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“A preparação para o futuro no CIV é realmente muito boa”, refere a ex-aluna Luísa Moura

Tinha dois anos e quatro meses quando entrou na Nursery. Fez todo o percurso escolar no CIV.  Os professores recordam uma aluna “empenhada, muito ativa dentro da turma e junto da comunidade escolar, ponderada e sempre bem-disposta”. “Sempre que colocava uma ideia na sua mente, levava-a até ao fim e era bem-sucedida. Era uma líder e uma oradora natas”.

 

Ao longo do seu percurso, foi voluntária em campanhas de solidariedade e representou o CIV na Model United Nations entre 2016 e 2018. Fez parte do Students Representative Council (SRC) durante quatro anos, dois deles enquanto Organizadora de Eventos, e no ano letivo de 2017-2018 - o seu último como estudante de ensino Secundário -, como Presidente.

 

Em 2018 Luísa conseguiu cumprir o seu objetivo e entrar na Universidade de Surrey, a 36 quilómetros de Londres, no curso de International Business Management. A adaptação à cidade de Surrey ocorreu de forma natural, até porque Inglaterra não lhe era um país estranho (a sua mãe é cidadã inglesa).

 

“Senti também uma ótima preparação a nível organizacional e consegui obter notas incríveis”, refere. Para Luísa Moura, esta segurança advém de uma excelente preparação obtida ao longo do seu percurso académico, com os A Levels de Cambridge. “No CIV fiz o Business A Level Cambridge. Essa preparação no 11.º e 12.ºs anos dá-nos um avanço tão grande que a entrada na universidade se traduz apenas num aprofundamento de conhecimentos; o conhecimento geral é, sim, muito bom”, adianta.

 

Passaporte para Singapura

“Sinto-me bastante bem preparada, o que me permite apresentar trabalhos de forma muito estruturada”, reitera. Os bons resultados serviram de passaporte para ver cumprido um dos seus sonhos com a entrada na University of Surrey: conseguir ser um dos dois alunos selecionados para uma temporada na Singapore Management University (SMU), em Singapura.

 

“Foi incrível”. É assim que a aluna recorda os meses de agosto e setembro de 2019 naquele país do sudeste asiático. “Foi um momento muito desafiante. Tudo é deveras diferente, a começar pela quantidade de horas de estudo, a quase ausência de interajuda e o alto nível de competitividade. As notas, por exemplo, são atribuídas de acordo com os resultados coletivos da turma. Assim, se a nota mais alta for 70%, então 18 representará 70%.”

 

“A adaptação a esta nova cultura foi difícil, mas, após três semanas, aproveitei para viajar e ficar a conhecer os países vizinhos: Bali, Vietname, Hong-Kong e Malásia. São locais de uma beleza rara, mas apresentam um grande nível de pobreza”, refere Luísa. O contacto com os negócios e o modus operandi dos mesmos nesta parte do mundo reforçou algumas ideias, mas confrontou a aluna com a dura realidade: “Tudo acontece com base no emprego barato. No Vietname, as pessoas chegam a dormir na rua, e uma camisola pode custar 1 euro.” Trouxe, contudo, consigo “conhecimento, um espírito competitivo diferente e, sobretudo, muitos amigos, muitos contactos, que poderão ajudar-me num futuro próximo”, refere.

 

Os métodos de trabalho que foi obrigada a adotar, segundo Luísa Moura, trouxeram-lhe bons frutos. “Hoje, sou capaz de trabalhar de outra forma, com outro ritmo. Quando cheguei a Inglaterra senti muito essa diferença e foi estranho abrandar esse ritmo”. Mas, no final, “acabou por ser bom”, continua, “porque, passado pouco tempo, com a chegada do Covid-19, fomos obrigados a ir para casa”.

 

Luísa Moura tem atualmente 20 anos e está a um semestre do final desta fase do seu percurso académico. Tem como objetivo ficar a trabalhar na área da Contabilidade/Finanças, em Inglaterra. Sabe que, para conseguir o lugar que ambiciona, e na sua área de preferência: Expansão/desenvolvimento Empresarial, espera-a muito trabalho e resiliência.

 

“Não vou fazer muitos planos”, confessa. Mas, “se for bem-sucedida, poderei contar com o apoio da empresa para o meu mestrado, que é bastante dispendioso em Inglaterra, e exige cinco anos de experiência no mercado de trabalho”.

 

A experiência profissional e a formação são duas áreas a que a aluna presta muita atenção, consciente da crescente necessidade de refrescar conhecimentos. Faz part-time numa loja, em Inglaterra e, sempre que possível, tira cursos. O ano passado, tirou Strategic Management, na Copenhagen Business School e de momento encontra-se a tirar uma formação na área de “Financial Markets”. De resto, nos seus tempos livres, lê, faz desporto e acompanha as notícias.

 

Quando a questionamos sobre “Como se vê daqui a 10 anos?”, a resposta número um é afetiva: “Gostava de ter família e de ter o meu próprio negócio ou, dependendo das oportunidades, de ter uma boa posição no mercado de trabalho. Sei que vai dar muito trabalho, e os esforços que vou envidar a partir de junho deste ano são tendo isso em mente.”